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Tchau Tchau Tchau, Eu vou viajar
Mas não se preocupem que eu vou atualizar!

Tchau Tchau Tchau, Eu vou viajar
Mas não se preocupem que eu vou atualizar!

Bem, não é fim de semana, mas como eu amo Fim
de semana, já vou começar a contagem ... hehehe!


Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de 7 chaves,
Dentro do coração,
assim falava a canção que na América ouvi,
mas quem cantava chorou ao ver o seu amigo partir,
mas quem ficou, no pensamento voou,
o seu canto que o outro lembrou
E quem voou no pensamento ficou,
uma lembrança que o outro cantou.
Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito,
mesmo que o tempo e a distância digam não,
mesmo esquecendo a canção.
O que importa é ouvir a voz que vem do coração.
Seja o que vier,
venha o que vier
Qualquer dia amigo eu volto pra te encontrar
Qualquer dia amigo, a gente vai se encontrar
Seja Feliz! Don't worry,be Happy!

De tudo ficaram três coisas...
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos
antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro!
Fernando Sabino
Gentem,eu tenhu que me desculpar
realmente existe uma coisa ñ mais
gostosa que homem, mas tanto quanto!



Imagine there’s no countries
Desde a origem dos tempos os homens se destacaram dos
demais animais pela tendência de formar grupos que se identificam por
raça,cultura ou religião e ao mesmo tempo separarestes mesmos grupos
uns dos outros.
Estas separações tem sido as causas das guerras e conflitos mundiais,
como se pode exemplificar na questão travada entre Judeus e Palestinos.
As barreiras assim são pontos historicamente negativos que economistas,
filósofos e artistas procuram simbolizar como causas de exclusão.
Os homens de negócio enxergam no rompimento de barreiras o aumento
de riquezas, já que muitos produtos, são vendidos com menores tarifas
alfandegárias como ocorre no MERCOSUL, ou circulação mais expressiva
de pessoas, serviços ou mercadorias, como na UNIÃO EUROPEIA.
O filósofo enxerga a queda dos obstáculos, como o retorno da natura-
lidade, uma vez que na natureza estes são apenas físicos e não políticos como
as fronteiras erguidas pelas nações.
Já os artistas idealizam essa queda como o surgimento de uma nova huma-
nidade como aquela imaginada por John Lennon ao ligar o desaparecimento
dos países, símbolo das barreiras, a ‘irmandade do homem’.
Neste olhar feito pelos artistas, destaca-se o ponto central da questão:
O rompimento de barreiras externas estará gerando aumento de riqueza,
mas só a quebra das barreiras internas, com eliminação de preconceitos e como
forma de se enxergar todas as pessoas como humanos é que poderá
proporcionar uma partilha mais justa entre todas as pessoas de todas as raças
e credos.
Além das novas barreiras externas significarem simplesmente em um
alargamento dos limites, por exigência do fortalecimento de mercados, mas
não sua eliminação total, se revela inútil para, por exemplo, resolver o problema
de países subdesenvolvidos, onde a expectativa de vida é medida não em anos,
mas sim em horas ou até minutos.
Igualmente se pode afirmar que a supressão de fronteiras externas
não solucionará o conflito daqueles que geram violência apenas por não tolerar
que outros,por exemplo professem religião diferente da sua.
O rompimento das fronteiras deve se traduzir no compromisso das nações na
inclusão mais ampla possível das pessoas,conferindo a estas aptidão
para articipar ativamente do mercado, conhecendo e produzindo cultura e formas
de expressão individual e coletiva de ciência.
À UNIÃO EUROPEIA,ao MERCOSUL e à ALCA interessam que aumente o
contingente de consumidores,não só o bilhão de chineses,como também os milhões
de africanos e latino-americanos,o que só pode ocorrer com a participação econômica
da população desses países.
Da mesma forma ainda não seria pelo simples pensar ético, interessa a todos a
convivência pacífica entres os povos de diferentes culturas e religiões,importando
o aumento de riqueza,seja pela economia com gastos em segurança e saúde pública,
seja pelo desenvolvimento de serviços ligados ao turismo.
memória de americanos e espanhóis, mas um choque na confiança do mundo na
convivência pacífica entre os povos e por conseqüência na concepção de um mundo
sem barreiras.
Não há dúvidas no prejuízo direto gerado pelo desaparecimento do ‘World Trade
Center’ ou na explosão da linha férrea Madrilhenha, porém o prejuízo indireto é ainda
maior como comprovam os balanços das empresas aéreas e das redes hoteleiras.
Aqui um outro ponto importante da questão, pois não se pode esquecer que o debate
relativo à quebra das barreiras está umbilicalmente ligado ao fenômeno da globalização.
Tal processo mais ou menos se explica como na teoria do caos, pois são raros os
mercados fechados, se é que existentes, pois mesmo Cuba sofre reflexos do que acontece
nos EUA, Europa, etc.
Qual a dimensão do impacto na economia do Canadá com a invasão do Iraque é algo que
não se pode medir, assim como não se mensura o impacto do bater das asas da borboleta
em Cingapura e a tempestade torrencial em São Paulo.
Mas certamente, todos percebem que a economia de um país não é, se é que foi um dia,
auto-suficiente, pelo que a quebra da um país se reflete qual efeito dominó em muitos
outros, cito ‘Crise de 29’.Tudo é elemento de um mesmo caldo.